Olhem só a Folha de S. Paulo levantando a ideia do Nost@lgico.com:
http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/1002796-quiz-voce-se-lembra-dos-doces-e-guloseimas-do-passado.shtml
Todo mundo tem uma saudadezinha da alguma coisa, certo? Então, eu também! E pode ser que uma delas também te traga boas lembranças. Ou não! Lembrar com saudade é diferente de viver no passado. Memórias, mágoas, deve sair tudo daqui!Bem-vindos a minha moderna nostalgia!!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Diretamente da TV Cultura - Rá-Tim-Bum
Oi, oi, oi!
Pra variar, faz muito tempo que não apareço por aqui! Muitas coisas acontecendo e aí a gente vai deixando algumas coisas, mas... sempre estou de olho, rs.
Aproveitando a onda "cartoonística" do facebook - que está pra lá de divertida, por sinal - hoje passo por aqui pra falar sobre uma coisa tão forte da minha infância, que dura até os dias de hoje: a TV Cultura!
Claro que depois de um tempo tudo muda, a repaginação do canal e a nova "cara" da programação infantil não é tão significativa quanto foi na minha época, mas, ainda é relevante, pelo menos na minha opinião, pois é uma forma diferente de entretenimento infantil que a gente encontra em outros canais da vida.
Esses dias estava em um almoço de domingo na casa da minha avó e meu tio disse: "a Daira, saía correndo quando dava 7 da noite pra ir ver o castelo". Juro que me impressionei muito com essa frase. Lembro-me bem dessa época, mas não achei que tinha sido tão marcante, também, para as pessoas que estavam à minha volta. Mas sei que pra mim e para meus primos, a TV Cultura foi um grande marco!
Bom, vamos pela ordem cronológica da minha cabeça... heheheheh!
O primeiro programa que me vem à cabeça daquela época é esse aqui:
Rá-Tim-Bum
Claro que dentro desse programa existiam vários atores que a gente não esquece! Quem não lembra do "Senta, que lá vem história" - com o garotinho mordendo a maçã e as melhores histórias; da Ssssssssssssilvia - a cobra que vivia enchendo a paciência do Euclides; a fada Dalila; o Máscara - detetive meio atrapalhado; a Família Teodoro - sempre com um número de circo diferente e convidando a gente pra fazer os movimentos em casa; aquele pinguim doido tocando piano; a Nina - menina que sempre aparecia fazendo brincadeiras no quarto... e essa atriz deve ter se divertido naquele cenário; o Jornal da Criança com o apresentador Arinelson, a repórter Darlene e o cameraman Zé; a Esfinge com os vários enigmas; o professor Miguilim fazendo sempre testes com os personagens; os Contadores de Histórias que faziam maravilhas com as caixinhas de fósforo; o Dr. Barbatana e as Sereias de Água Doce... ufa!! E dá-lhe personagens...
Mas, claro que existem aqueles que são nossos queridos, né?! Mesmo sendo suspeita, listo aqui meus dois queridíssimos desse programa:
Professor Tibúrcioooo
Um clássico, não?!
E, por último, mas não menos importante:
Os Porquinhos limpinhoss.... rs
Demais, né! :)
Poxa, vida... quando comecei este post, pensei em falar de tooodos os programas da Cultura de uma só vez, mas acho que não vai dar!!! Tem tanta coisa, né!!!
Bom, logo eu volto com outro programa...
Preparem suas máscaras e pés de pato, porque vamos ao fundo do mar... rs...
Tchau, pessoal... um beijãozão!!!!!!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Trilha Sonora
Oi, genteeeeeeeemmm!!
Olha eu aqui trá veis!!!
E hoje foi um dia atípico, por isso vim aqui pra contar sobre as cantigas das nossas vidas!
Engraçado como a gente sempre tem alguma musiquinha que cantávamos quando criança, não é? Engraçado também é como sempre tem alguém que continua a música que a gente achou que fosse só nossa.
Hoje foi um dia assim: começava a cantar uma música e logo vinha alguém completando ou cantarolando junto, legal isso, não é?
Acabou que juntamos várias trilhas sonoras de cantigas de brincadeiras de criança e vou cantar, ops! Contar algumas que saíram da nossa listinha de pérolas!
Borboletinhaaaa
Nariz de pica-pau, pau, pau!!!! ahuhauhuahua....
A Dona Aranha
Clássico das cantigas de ninar... mas confesso que eu cantei muito quando passou no Doug, rs.
Atirei o Pau no Gato
E atire o primeiro pau no gato quem nunca cantou: Dona Chica-ca De Mirô-se-se!! ahauhahuauha!!
Ciranda Cirandinha
Eu vou, eu vou... na versão ótema do Chaves!
Estava pensando nessas músicas e cada uma delas me remete a algum momento especial, nem que seja o de estar em casa com minha mãe, assistindo tv, sabe... ou com as amiguinhas, brincando, sem preocupações e coisas chatas pra pensar e resolver.
Da mesma forma, cada uma delas me leva a outros ícones não menos importantes como brincadeiras, programas que eu gostava de ver, filmes... é, bons tempos! hehehe...
Claro que, hoje, temos muito mais desenhos, seriados e afins, mas uma conversa que sempre tenho com os amigos é que nossa infância foi, realmente, maravilhosa!
Brincar na rua de pega-pega-frutafruta, jogar peão, esconde-esconde... hoje as crianças encontram nossos artefatos preciosos em museus, assim como as máquinas de escrever e telefones antigos.
É, eu sou saudosista mesmo... mas isso não me impede de me abrir ao novo!
Gosto de conhecer coisas novas, inclusive as novas tecnologias, no entanto, não quero perder meu passado, esquecê-lo, o que inclui as pessoas, as brincadeiras, filmes, etc... tudo isso fez de mim o que sou hoje...
Como eu sempre digo: e eu sou só saudade... sempre!!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Vamo dancá quadria?!!!
Nossa... faz tempo que estou tentando escrever aqui para as nossas memórias, rs... mas o tempo tá correndo de mim que vocês não imaginam!!!
Mas, como eu sempre apareço com alguma coisa nostálgica, não tem época mais melhor de boa do ano pra eu aparecer com as minhas doideiras!!!
É tempo de festaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnça, meu povooooooo!!!!
Apesar de não gostar muito de frio, as festanças juninas, julinas e até agostinas - hehehe - me encantam!! É tudo muito bacana: o clima de festa, as músicas, as reuniões, as conversas, as brincadeiras, e, claro, as comiditas!
Fui criada numa cidade onde o padroeiro é Santo Antônio - santo esse que é muito ocupado devido aos pedidos das moças casadoiras do mundo inteiro... que deixam o coitado até carequinha de tanto que pedem!! -, por isso o mês de junho é bem significativo pra mim, pois é quando acontece a grande festa da cidade. Já contei qual a minha cidade?
Bom, se chama Cachoeira Paulista, fica no Vale do Paraíba e tem aproximadamente 35 mil habitantes. É bem charmosa, acolhedora... com aquele quê de cidade pequena... todo mundo se conhece, o point é na praça em frente à igreja... essas coisas... heheheh.
Fica aos pés da Serra da Mantiqueira (que lindo... ar de montanha!), chamamos de Caxu, Caxuera... Waterfalls Paulista... aaauhauha (essa é do Fernando!). Sempre quando vou pra lá, meu amigo Carlinhos me pergunta: "Vai pras Caxuera? E tem cachoeira mesmo lá??" Ahauhauha! Essa é a pergunta master!! E, respondendo: acho que ainda existem cachoeiras, não como antes... mas o nome foi dado pela grande quantidade de quedas d'água que tinha lá na época.
Olha ela aí, esse é o parque ecológico, pertinho da casa do meu pai!
Portanto, quando eu começar com aquela máxima: "quando eu era pequena, lá na minha cidade...", já saberão de onde virão os causos, rs, pois passei a infância toda lá.
Mas, voltando aos fatos juninos...
A Festa de Santo Antônio era a mais esperada de todas na minha época e acho que ainda é! Era um grande evento, trazia grandes shows e duas semanas de festa! Pra gente era uma beleza, sempre que saía do meu curso técnico passava lá pra comer um churros - hummmm! -, e no final de semana batia cartão! Uma belezura!
Só um parentese: curiosamente, vim morar numa cidade que tem o maior churro que eu já vi!! heheh... consegui manter a tradição e comer churro é sempre demais de bom!!! hehehe.
É, gente, mas esse será mais um post sobre comida!!! Eu juro que penso em outras coisas, mas comer é, sim, uma arte!!! hehehehehe!
Como morava em cidade pequena, me acostumei às festas juninas de famílias, de escolas, são muito comuns em Cachoeira. Eu ia em todas! E ia pra comer!! Coisa que não mudou muito daquele tempo pra cá, rs.
Na minha última ida pra casa, foi para a festa de aniversário da minha avó, que é dia 13 de junho e que, todo ano, ela faz uma festa junina! Olhem só o que teve por lá:
Quentão e Vinho Quente
Pinhão
Pipoca
Bolo
Mas a cena da noite foi eu sentada, com uma bacia de mandioca frita no colo!!! kkkk.. me acabei!!
Essas minhas idas pra casa são muito... como posso dizer... engordativas, sabem como é?! hehehe!
Mês que vem estarei lá outra vez, pra participar da festa junina do outro lado da minha família, festa que não pude ir ano passado. Pelo que andei especulando, parece que vai ter até o casamento! Estou ansiosa!
Mais do que tudo, essas festas, além de deliciosas, me levam de volta à minha infância, pra junto da minha família... Essas tradições são o nosso maior tesouro, são momentos como esses que guardamos em nossa memória pra sempre!
E viva a folk!!! hehe...
Inté proceis!!!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
E que leitura, não?!
O que eu gostaria de compartilhar com vocês desta vez aconteceu na minha última ida pra minha cidade, mais precisamente, no carnaval.
Só para situar os queridos nostálgicos, atualmente moro em Bauru, mas minha família é de Cachoeira Paulista e, para ir para a terrinha, tenho que ir de Bauru para São Paulo - fazendo as devidas andanças de metrô, pois chego na Barra Funda e o meu outro ônibus sai do Tietê - e de São Paulo para Cachoeira Paulista... é, é mesmo uma viagem! Em bons dias levo umas 9 horas nesse percurso.
Enfim, como às vezes os horários da minha chegada e da saída dos ônibus não batem, tenho que gastar um pouco de tempo na rodoviária, e, pra isso ficar mais interessante, costumo sempre passar nas livrarias, pra dar aquela fuçada básica.
Tem dias que acho livros que tava procurando há tempos, como esse:
Muito bom, por sinal... um ótimo relato do Paulo Markun - que me deu até um autógrafo em uma palestra que deu aqui em Bauru.
Ou então me surpreendo com alguns livros que nunca pensaria em encontrar na rodô, como:
Super livro indicado pela profa. Maria Cristina Gobbi, em uma de suas disciplinas do mestrado, pela bagatela de R$ 20,00 (leia-se: fiiiiiiiiiinti reaaaaaissss, rs), em edição de bolso - que eu amo de paixão!!!
Mas, voltando à viagem em questão...
Daquela vez eu pensei em levar algo pra minha irmã ler - só pra constar, ela tem 11 anos. Quando era mais nova, comprava uns livros, tipo:
Rs... ah, gente, é legalzinho até... e pra estimular a leitura até que eu acho que foi válido, pelo menos pra mim, rs.
Na verdade, dei outro livro pra ela junto, o:
Lembro que, quando li esse livro, gostei tanto! Tem um quê de policial, um pouquinho de suspense, mas tudo na medida certa, nem demais, nem de menos! E minha irmã também gostou muito... todo dia vinha me falar que já tinha lido não sei quantas páginas, hehehe.
Na verdade, quando fui à livraria, pensei em comprar algo do tipo, pois tive a sorte de encontrar esses livros legais ao longo do meu percurso na escola e mesmo na biblioteca da minha vó.
Tive meus favoritos e os livros dos quais me lembro até hoje:
E por aí vai...
Mas tem até uma história engraçada... e farei um parêntese pra contar, rs.
Não lembro bem a minha idade, mas quando mais nova, minha avó resolveu incentivar a minha leitura me dando o famoso livreto abaixo:
Bom... eu li! rs... e devolvi o livro. Mal sabia eu que a minha avó estava esperando um comentário digno de um cronista de revista, porque, anos depois, ela me disse que nunca mais me deu outro livro pra ler porque eu só li o livro e não falei nada... rs... é que eu não sabia que tinha que fazer uma apresentação oral com os aspectos pscio-sociologico-filosóficos-sociais do livro em questão, né, minha gente... eu falei: "ah, legal! gostei"... e só... acredito que foi um trauma mesmo pra ela... rs.
Mas, ao contraário do que minha avó pensava, eu sempre gostei de ler... talvez não os livros que ela queria que eu lesse, mas... rs... aos poucos eu chego lá, rs.
A saga do livro pra minha mana estava iniciada! Eu acabei me perdendo por lá e tive que pedir ajuda pra uma moça da livraria, pois os livros que eu já tinha olhado não tinham me agradado muito não, sabe... Tipo: andei, andei... não achei nada nos lançamentos, nem no infanto-juvenil... então, tive que gritar um help mesmo.
Na verdade meu grito não obteve um bom resultado, a moça me levou aos mesmos lugares pelos quais eu já havia passado... ou seja, nada de novo... e nada do que eu estava procurando.
Fiquei bem decepcionada, na verdade... pois queria algo mais lúdico, ficção mesmo, que tivesse uma moral, algo assim, mas o que encontrei foram livros como:
Não sei, mas esse título não me apeteceu, como diz uma amiga... rs.
Ai, eu sei, vcs devem estar me achando uma velhota que não consegue entender que os tempos são outros, a juventude é outra e, blá, blá, blá... mas eu juro que senti falta de um Pedro Bandeira lá pra eu levar pra mana... acho que ela ia gostar mais, ia devanear mais e deixar essa coisa de namorados, brigas por popularidade e afins, pra quando realmente fosse a ora... ou não... rs.
Gostaria de encontrar mais Pedros Bandeiras na prateleiras, gostaria que os escritores que lemos não fossem tantos traduzidos... claro que existem fenômenos mundiais, literatura estrangeira de boa qualidade, mas também temos gente muito boa no Brasil, que está produzindo mas que não consegue publicar ou não tem seus livros com tanta visibilidade quantos os best-sellers pelo mundo afora.
E só pra finalizar, um livro que acho que toooooodo mundo deveria ler... mesmo!
Leitura obrigatória!!
Claro que também tenho meus estrangeiros favoritos, meus todos favoritos... mas esses são especiais... de verdade!
E você? Qual o livro que te marcou? Achou algum equivalente na literatura atual??
Quem sabe podemos ir trocando... boas dicas de livros são sempre boas!
Ah, e acabei não comprando nenhum livro pra minha irmã... mas ainda vou encontrar um destes:
Ah, e olha que bacana... todas as capas que postei aqui, foram das edições dos livros que eu li... saudade... opa... nostalgia!!
sábado, 12 de março de 2011
E tudo terminava em minhocas... Minhocas?!!
A ideia deste post veio junto com a construção do design da página, encontrar um fundo que pudesse remeter ao nome do blog e a uma das coisas que gosto muito na vida: DOCES!
Ultimamente tenho me privado um pouco desse bem que Deus colocou na terra, até pelo fato de não querer me viciar - coisa nada difícil, no meu caso! Mas sempre fui apaixonada pelas delícias do mundo dos doces: brigadeiro, pudim de leite condensado, doce de leite, goiabada... todos os que vocês possam imaginar! Inclusive o doce mais doce: o de batata doce... hehehehehe!
-> tinha um poeminha no meu caderno de atividades do pré, primário, sei lá...
"O doce perguntou para o doce,
Qual o doce mais doce?
O doce respondeu para o doce
Que o doce mais doce
É o doce de batata doce!"
Bom, mas essa minha paixão por doces deu o ar de sua graça nos últimos meses quando me apaixonei por um chamado: pé de moça. Conhecem??
Pensem em um pé de moleque... é parecido, só que é molinho, com doce de leite... bem mais saboroso, na minha opinião! rs...
Só que, como sou uma mulher de vícios sazionais, resolvi abandonar o pé de moça - que eu comia toooooooodos os dias - pra me dedicar a um vício que cultivo desde os tempos de criança, junto com meus primos quando íamos passar os almoços de domingo na casa da vó!
"Minhocas!! Queremos minhocas!!"
Pensem em crianças tresloucadas no balcão de um bar gritando pelas minhocas... heheh... e o dono do bar, calmamente, dizia: "Eu vou pegar umas enxadas e vocês podem ir cavucar lá no quintal pra achar as minhocas, kkkk". A piada era sempre a mesma e a gente seeeeempre ria horrores e falava que não eram essas minhocas, eram essas aqui, ó:
Lembram????
Só que hoje existem vários tipos de balas de gelatinas, vááááários!!! E eu amo todos... cada dia experimento um diferente, mas são todas deliciosas!!!
Não sei se as crianças de hoje tem tanta fixação por essas balinhas como nós tínhamos... será???
Pra quem quiser sofrer um pouco... mas se jabá, hein! Entrem aqui, ó: http://www.mundofini.com.br/produtos.php
Nossas guloseimas eram muito boas, fala a verdade!!!!
E o pirocóptero?! Pirulito que virava brinquedo, uma sacada de mestre!!!!
É engraçado porque lembro tanto dos dois, acredito que devam ser da mesma época, porque lembro de eu e meus primos indo ao mesmo bar pra comprá-los!
O bom é que as minhas gelatinazinhas eu ainda encontro por aí... e como encontro... e como como!!! hehehehe... já o pirulito eu nunca mais vi! Podiam fazer uma nova edição, não é???
E falando em pirulito... olha só uma outra paixão:
Mas essa história é mais longa, contarei numa próxima!!
Beijos adocicados, formiguitas!!!!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
A origem! - não, não é o filme, rs -
Hoje me peguei pensando que tenho que fazer uma tatuagem nova... sei lá o porquê... estava pesquisando as coisas que gosto e algumas imagens do que penso pra nova "marca" e aí acabei indo parar, como sempre, no meu nome.
Pesquisa vai e pesquisa vem... pensei em contar pra vocês a inusitada história de eu me chamar DAIRA, ou melhor... todo o processo que me levou a conhecer e reconhecer meu nomezinho que hoje eu gosto muito! J
Reza a lenda que minha mamis e meu pai fizeram meio que um acordo: se nascesse menino, minha mão escolheria o nome, se fosse menina, seria meu pai. Também contam que minha mamis tinha uma idéia bem legal: ia juntar o nome dos dois – Marcos + Angelina = MARINA, original, não? Bom, mas meu pai não quis!
Aliás, uma observação, se eu fosse menino, meu nome seria João!
Bom, quando souberam que eu era menininha (rs...), meu excelentíssimo progenitor botou a cachola pra funcionar e acabei com o nome mais mexicano que eu conheço: DAIRA RENATA. Não, você não leu errado... é DAIRA RENATA mesmo!
Por isso não me admira muito eu só ter encontrado homens de nomes compostos na vida... rs... bem Carlos Daniel, sabem? Hehe, mas isso já é outra história.
Quando a gente é bebê, suponho eu, não tem muito problema, só para os pais, que precisam ficar explicando, soletrando o nome da pequenina criatura que nem letra sabe o que é!
Agora, quando essa criaturinha do senhor entra para o convívio sadio – esperamos! – da sociedade... aí o bixo pega!
Um adendo: tenho uma dificuldade tremenda de escrever bixo com CH... resquícios do trote na faculdade, só pode!
Voltando...
Na verdade não tive muitos apelidos por causa do meu nome, talvez porque não rime com tanta coisa assim, então isso até que foi tranquilo, mas quando eu estava na escola, lá na cidade pequenina de Cachoeira Paulista, comecei a perceber que o nome do povo das minhas turmas era, em sua maioria, bem parecido, sabem... E porque só o meu era essa coisa estranha??? – era o que eu achava na época, tá, gente. – Fui até a fonte: "Pai, de onde você tirou o meu nome?". Pra minha surpresa, meu papito - forma carinhosa como chamo meu pai... vocês verão muito esse termo por aqui, rs... e eu já usava antes mesmo daquela novela mexicana, tá?!) - então, meu papito disse que ele tinha inventado...
Inventado? Bem isso! A explicação foi bem sucinta: "Ué, eu sabia que tinha DARIA, então eu troquei o R e o I de lugar e aí ficou DAIRA”. Interessante, não? Achei o raciocínio mais interessante do que o resultado, mas...
Depois da fase crítica da Pré escola e das desventuras cometidas pelos Pré adolescentes da 5° a 8° série (agora mudou essa nomenclatura, na minha época era assim), fui me deparar com a flor do meu nome quando entrei na faculdade!
Na recepção dos meus veteranos, eles nos contaram que se divertiam vendo a lista dos nomes bixos (aqui sim se encaixa!) e que o meu era um dos mexicanos! Desde aquele dia ouço “Daira Renata, Daira Renata, Daira Renata”, no começo em maior grau, agora esporadicamente, em recados no Orkut por exemplo. Confesso que gosto muito quando alguém lembra, me leva a uma época tão boa, o dia da matrícula na faculdade... ai, ai...
A questão é que o “Renata” não é muito utilizado por mim, acho até que deveria ser tirado do meu nome por desuso. Não porque eu não goste do nome, mas pelo simples fato de Daira Renata, apesar de mexicano, não combinar tanto assim!
Xeretando pelo Google, encontrei algumas coisas sobre meu nome, até porque a definição que encontro nos dicionários de nomes é somente: OCEÂNIDA. O que é? Então, foi a pergunta que me fiz durante algum tempo.
Daira é um nome grego, na mitologia existiram as ninfas dos mares, dos oceanos, e uma delas tinha esse nome. Na história, Daira se uniu ao deus Mercúrio, com quem teve um filho. http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Oce%C3%A2nidas
Além de lojas, nomes de cachorros e afins, Daira também é o nome científico de uma espécie de borboleta, a eurema daira. Olhem ela aí:
Linda, né? Tão gracinha que tatuei, rs.
Também tem um crustáceo, na verdade um fóssil, cujo nome é daira speciosa. http://www.educarm.es/paleontologia/docs/mi2daira.jpg
E um filme, acreditam?! Olhem:
Com o tempo fui aprendendo a gostar muito do meu nome! Apesar de ouvir uma vertente diferente a cada dia - Naira, Maira, Dayra, Taira e por aí vai –, hoje não me vejo com outro nome e gosto tanto de ser “diferente”!
Já me disseram que meu nome é forte e eu concordo! Não sei se seria como sou se me chamasse Marina ou qualquer outro, gosto de Daira... sinto e sou Daira... com muito orgulho!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Justificativa?
Engraçado essa coisa de blog, não é?! Ainda mais pra uma jornalista... Muita gente já me perguntou porque eu não fazia um... E a resposta era bem simples: "Não sei sobre o que escrever, ora!"
Só que esses dias eu andei pensando... (é, tem dias que a gente faz isso, né... rs) acordei meio Glauber Rocha - uma câmera na mão e uma ideia na cabeça... só que sem a câmera e fiquei martelando a ideia... e resolvi não fazer um blog, mas resolvi que queria escrever sobre minhas saudades, minhas desventuras e peripécias pela vida! Tanta coisa acontece na vida da gente, às vezes nem percebemos, não é? Por isso resolvi rememorar as coisas boas que já vivi, alguns fatos, pessoas, ícones... É tanta coisa!
Mas, pra coisa ficar mais divertida, faremos uma viagem meio atemporal, certo? Tipo ontem e hoje, sabem?
É, acho que vai ser bem legal...
E sabem o que é interessante? Esse mês foi meu aniversário e sabem quando junta tudo de uma vez: idade, saudade, olhar pro futuro e planejar, sonhar... Estou comemorando mais uma vez!
Ah, e espero que gostem da foto das balinhas! Ainda hoje eu amo!
Acho que é isso!Sejam bem-vindos ao meu mundo... nostálgico!
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