Apesar da correria desse ano, sei que não tenho desculpas pra não ter aparecido por aqui mais vezes... de qualquer forma, minhas desculpas ficam registradas!!!!
Foram tantos acontecimentos, tantas (e grandes!) mudanças em minha vida que não sei nem por onde começar a "nostalgear", hehehe.
E praticamente 1 ano inteiro sem o meu querido!
Mas acho mesmo que a culpa é do facebook, rs. Vou postando tudo o que encontro por lá e sempre falo: "vou escrever algo sobre isso no Nostalgico.com!", mas fico só no vou mesmo...
É, preciso pensar e fazer uma grande retrospectiva, o que será ótimo, até por conta dessa época em que voltei a dar o ar da minha graça por aqui!
Incrível essa coisa do tempo, né?!!
Poxa, já é natal!!!! (praticamente, rs...)
Esse 2012 foi um ano maratonista!! Tudo passou num piscar de olhos!!!! Pra vocês terem uma ideia minha vida mudou da água pro vinho, pra vodka, pra caipirinha (como quiserem)!!! Mas vou me ater aos acontecimentos de forma separada, senão até eu fico maluca!!! Aos poucos eles vão vindo nostalgicamente, tá?!!
Bem, voltando à correria...
Alguém me diz como é que pode o tempo passar tão rápido?!!!
Eu acho que essas 24 horas já não são mais as mesmas... e logo a gente vai ter dar um jeito de aumentar esse tempo aí, igual aquele banco que funciona 30 horas! Ou então aumentar os dias do ano, não sei... alguém precisa fazer alguma coisaaaaa!!!
Digo isso justamente por conta de um fato nostálgico: o natal.
Na minha época, quando era pequena lá em Cachoeira Paulista (rs!), nosso costume em casa, meu e de mamis, era montar nossa árvore no dia 1 de dezembro. Todo ano era o mesmo ritual: pegar aquela caixinha de sapato que ficava escondidinha no guarda-roupas (embutido, que era o modelo lá da minha antiga casa), pegar aquelas pecinhas soltas da árvore. O tronco da árvore era de madeira e os galhos eram mais finos, cheios de um papelzinho brilhante verdão! E as bolinhas coloridas... todo ano aparecia uma quebrada, rs.
Acho que era algo mais ou menos assim, só que com mais galhos, com os pés de plástico (sem vaso) e menos enfeites, rs:
Era um momento divertido colocar a mocinha num lugar todo reservado pra ela! E desmontá-la ao final, bem, na verdade, no começo de janeiro, dia 6 (dia de Reis), era uma tarefa triste, porém, prazerosa, afinal, era mais um ciclo que se findava, né.
Bom, este ano tenho ficado surpresa com a velocidade com que as árvores de natal estão aparecendo por aí!! E o povo me diz que o dia de montar a árvore é 1 de novembro!!!! Ai, ai... será??
De qualquer forma, o natal vai tomando outros significados na vida da gente e a comemoração também muda com o tempo, pelo menos pra mim...
Mas o que me deixou mais assustada mesmo foi a velocidade!! Já não basta o tempo correr sozinho, parece que a gente dá uma forcinha pra ele acabar mais rápido!! Eu não queeeeeeeeeero, snif!!!
Esse imediatismo das coisas não deixa espaço para as surpresas, não deixa a gente "deixar a vida nos levar...", sinto como se as coisas estivesse chegando mais rápido como passar do tempo. Como quando eu era mais nova: quando era mais nova parece que os aniversários demoravam tanto pra chegar e hoje eles teimam em aparecer de repente, quando eu nem tinha me acostumado com a ideia da nova idade. Da mesma forma as festas: nem bem passou o ano novo, já vem o carnaval, páscoa, festas juninas e natal!! E nem parece que há intervalos de meses entre eles... kkkkkk!!!
Por isso é que a gente passa um ano sem falar com aquele amigo que está longe, sem visitar aquele parque, sem ver o entardecer e o vermelho-alaranjado no azul do céu, sem tomar um sorvete e sair pra falar bobeira com os amigos, sem postar coisas legais no blog... e por aí vai!
O tempo passa... o tempo voa...
E qundo a gente vê... já foi!
O segredo é aprender a ir com ele!
Alguém me ensina?!!! rs...
"tempo, tempo, tempo, mano velho...
vai, vai, vai, vai...
fique comigo, seja legal..."
... A árvore de casa um dia também foi assim, rs. E tal foto me faz remontar um tempo muito gostoso de se reviver, ou melhor, de se ter vivido, em que as coisas boas eram mais "degustadas", melhor aproveitadas, totalmente diferente de hoje, onde a máxima "o que é bom dura pouco" chega ao seu extremo!
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